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22 de agosto de 2018
7 de agosto de 2018 - 16:10 Haddad diz que fará campanha em nome de Lula, e Manuela reafirma que será vice na chapa com o PT
Haddad diz que fará campanha em nome de Lula, e Manuela reafirma que será vice na chapa com o PT

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'Já viu o meme que tá circulando na internet que diz que somos o verdadeiro triplex? Então a gente vai trabalhar, viajar o Brasil todo', disse Manuela.

Candidato a vice-presidente pelo PT, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (7), ao lado de Manuela D'Ávila (PCdoB), que mesmo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmado ou não como candidato à Presidência da República, vai seguir o cronograma de viagens da candidatura petista pelo país ao lado de Manuela.

O ex-presidente está detido em uma sala especial da na sede da PF desde 7 de abril. Lula foi condenado em duas instâncias no caso do triplex em Guarujá (SP).

"Sem sombra de dúvida, 99% do que tá nos dois textos é comum e o que nós vamos fazer, vamos começar a rodar o país mesmo com esse programa. Eu e a Manuela e toda militância vamos rodar o país, rodar o Nordeste, rodar o Sul, com essa mensagem, de que queremos resgatar a soberania nacional, resgatar a soberania popular, resgatar o desenvolvimento com inclusão, denunciar o que está acontecendo com o Lula, sem medo nenhum de assumir posições em relação ao que está acontecendo", disse Haddad.

Manuela também ratificou que será candidata a vice em qualquer circunstância e percorrerá o Brasil. "Já viu o meme que tá circulando na internet que diz que somos o verdadeiro triplex? Então a gente vai trabalhar, viajar o Brasil todo, como todos os candidatos que serão homologados em algum dia farão. Essa será a nossa rotina, viajar, conversar com o povo, na condição e espaço que ocuparmos em cada um dos dias, porque temos uma decisão, temos uma espera real para o desfecho jurídico desse episódio", afirmou.

Para o ex-prefeito, Lula pode participar de qualquer debate e campanha no rádio e TV. Ele citou um artigo da Lei Eleitoral que permite a qualquer candidato sob júdice participar dos eventos eleitorais.

"Para mim, a legislação é muito clara, o artigo 16A do Código Eleitoral diz o seguinte. Nós vamos apresentar no dia 15 o protocolo pra registrar a candidatura Lula, e o que diz o artigo 16A, que mesmo numa candidatura sob júdice, se ela vier a ser contestada por um partido ou pelo Ministério Público, essa candidatura mantém todas as prerrogativas e direitos de uma candidatura que não esteja sendo contestada", afirmou.

Em 11 de julho, a juíza substituta Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, negou pedidos de sabatinas e entrevistas com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba.

Estratégia
A estratégia do PT é levar o nome de Lula como candidato à Presidência da República até a Justiça Eleitoral decidir, com base na Lei da Ficha Limpa, se o ex-presidente, que está preso, poderá ou não disputar as eleições de 2018.

O acordo dá a entender que Manuela será candidata a vice com qualquer desfecho da Justiça Eleitoral, ou seja, com ou sem Lula na corrida presidencial.

Prazo
O TSE reafirmou que domingo (5) foi o prazo final para a escolha dos candidatos por meio das convenções partidárias, incluindo o candidato a vice-presidente. O registro deve ser feito até dia 15.

Convenção
A candidatura de Lula foi oficializada no sábado (4), durante a convenção nacional do partido, na Liberdade, no Centro da capital paulista. Na ocasião, a legenda anunciou apenas o nome de Lula na disputa, sem revelar quem ocuparia a vaga de vice.

"Viemos aqui para votar no nosso candidato a presidente, Lula. Esse é um momento histórico. Lula é o nosso candidato a presidente da República", disse Gleisi.

Em carta lida pelo ator Sérgio Mamberti, Lula diz que é a primeira vez em 38 anos que não participa de uma convenção nacional do partido. "Mas sei que estou presente em cada um de vocês", disse.

"Nós tratamos a nossa gente como solução e por isso o Brasil mudou. Hoje a nossa democracia está ameaçada. Agora querem fazer uma eleição presidencial de cartas marcadas: excluir um nome que está à frente na preferência do eleitorado em todas as pesquisas. Já derrubaram uma presidenta eleita. Agora querem vetar o direito do povo de escolher livremente o próximo presidente", diz trecho da carta.



Fonte: Portal G1
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