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Sexta-feira
24 de novembro de 2017
8 de novembro de 2017 - 11:38 Casos suspeitos de febre amarela são investigados na cidade de São Paulo
Casos suspeitos de febre amarela são investigados na cidade de São Paulo

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No total, 14 casos são investigados. Treze foram descartados nos primeiros exames.

Secretaria Municipal de Saúde investiga 14 casos de pessoas com suspeita de terem contraído o vírus da febre amarela na cidade de São Paulo. Treze casos foram descartados nos primeiros exames e apenas um ainda não.

Dois terços dos casos suspeitos são de pessoas que moram na Zona Norte de São Paulo, onde estão localizados os Parques Horto Florestal e da Cantareira, na região do Tremembé. No Horto foi onde foram encontrados macacos mortos com a doença. O parque chegou a ser fechado pelas autoridades sanitérias e a Secretaria Estadual da Saúde.

Segundo o secretário municipal da Saúde, Wilson Polara, todas as pessoas suspeitas de terem contraído o vírus passaram ou moram na região. Dos 14, 4 casos já foram quase totalmente descartados, mas permanecem aguardando o resultado final do exame, pois a confirmação da doença possui três fases. A última fase é o exame imunológico, que demora até 15 dias para ficar pronto.

Os médicos pesquisam onde as pessoas estiveram para detectar a possibilidade deles terem pego a doença em São Paulo ou em outros lugares.
Em 2017, 12 casos da doença já haviam sido identificados na cidade, mas todos foram contraídos fora da capital.

O secretário de Saúde incentiva a população a se vacinar, mas diz que não há risco de propagação da doença, já que os parques foram fechados há duas semanas e a doença demora em média 7 dias para se propagar.

Após a morte dos macacos com febre amarela, o governo estadual e prefeitura iniciaram uma campanha mais intensa de vacinação. A ideia, segundo o secretário da Saúde, David Uip, é realizar a imunização de um milhão de pessoas. O foco será nos bairros de Tremembé, Casa Verde e Vila Nova Cachoerinha, que são vizinhos ao Horto.

A vacinação será focada nos arredores porque o mosquito transmissor não tem muita autonomia de voo. "Quem deve ser vacinado são as pessoas que moram a 500 metros do Horto. Essa população de fronteira", disse Regiane de Paula, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica. Segundo ela, por precaução, a campanha pode ser estendida para um raio de 1 km no futuro.

Dois casos em Atibaia
Em Atibaia, no interior de São Paulo, a secretaria de Saúde confirmou dois casos de febre amarela em humanos. O paciente, de 68 anos, continua internado no hospital da Unicamp, em Campinas, e sem previsão de alta. No dia 17 de outubro, a prefeitura divulgou que idoso de 76 anos morreu por febre amarela na cidade.



Fonte: Portal G1
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