Carregando...
Midiacon News
www.MIDIACON.com.br
Busque por Notícias
Midiacon - Sua mídia conectada
Sexta-feira
17 de novembro de 2017
12 de março de 2017 - 9:21 Park deixa palácio presidencial da Coreia do Sul após impeachment
Park deixa palácio presidencial da Coreia do Sul após impeachment

Portal G1 Clique para ampliar a imagem

Publicidade

Saída ocorre dois dias depois que Tribunal constitucional confirmou decisão do Parlamento de cassar mandato da presidente do país após escândalos de corrupção.

-presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, deixou neste domingo (12) a residência presidencial de Seul, dois dias depois que o Tribunal Constitucional ratificou sua destituição pelo caso de corrupção que ficou conhecido como "Rasputina".

Park, que manteve um silêncio sepulcral e em nenhum momento quis reconhecer o veredicto, deixou a Casa Azul dois dias depois que a máxima instância judicial do país a afastou do poder.

A agora ex-presidente, de 65 anos, voltou a sua casa no sul de Seul, onde viveu de 1990 a 2013, quando ganhou as eleições e se transformou na primeira mulher a chegar à chefia de Estado na Coreia do Sul.

Centenas de simpatizantes da política conservadora se aproximaram da "nova" residência com bandeiras sul-coreanas e dos Estados Unidos enquanto mil policiais cercaram o edifício para prevenir incidentes, informou a agência "Yonhap".

Protestos
Desde que o veredicto foi anunciado na sexta-feira, os simpatizantes de Park, que consideram o impeachment uma farsa orquestrada pela esquerda, protestaram. As manifestações tiveram episódios violentos e confrontos com a polícia, o que resultou na morte de três homens, além de vários feridos.

Por outro lado, milhares de pessoas celebraram no centro de Seul, desde a sexta-feira e durante todo o fim de semana, o veredicto do Tribunal Constitucional que ratificou a decisão tomada em dezembro pelo parlamento sul-coreano.

Os partidos de oposição pediram que Park reconhecesse publicamente o veredicto da Justiça para ajudar a atenuar a divisão no país entre opositores e defensores da agora ex-presidente.

Caso 'Rasputina'
A sentença estabeleceu que Park, de 65 anos, violou a Carta Magna ao permitir que sua amiga Choi Soon-sil, de 60 anos e conhecida como "Rasputina", inteferisse em assuntos de Estado e ao confabular com ela para extorquir recursos de grandes empresas, entre elas a Samsung, a maior do país.

Após o impeachment da presidente, a Coreia do Sul deve realizar eleições presidenciais em um prazo inferior a 60 dias, período durante o qual o ex-primeiro-ministro Hwang Kyo-ahn seguirá como presidente interino.



Fonte: Portal G1
© Copyright 2006 - Midiacon - Todos os direitos reservados
info@midiacon.com.br - Tel.: +55 11 3796 2965
Desenvolvimento mastermedia