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Domingo
21 de outubro de 2018
21 de setembro de 2018 - 11:15 Jovem salva horas antes de execução seria morta por R$ 180 mil
Jovem salva horas antes de execução seria morta por R$ 180 mil

Portal G1 Clique para ampliar a imagem

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Vítima pagaria com a vida no lugar de um amigo, que ela indicou para fazer negócio com os criminosos, e que não pagou por carregamento de drogas, em Guarujá, litoral paulista.

A jovem que seria executada por uma espécie de 'tribunal do crime' em Guarujá, no litoral de São Paulo, e foi salva do cativeiro poucas horas antes de morrer, durante uma operação policial, foi condenada pelos criminosos por conta de uma dívida de R$ 180 mil.

Segundo apurado pelo G1 na manhã desta sexta-feira (21), a vítima pagaria com a própria vida no lugar de um amigo, que ela teria indicado para fazer negócio com o grupo, e que acabou não pagando por um carregamento de drogas. Ela contou às autoridades que, se não fosse o resgate, seria morta nas primeiras horas da manhã de quinta-feira (20).

Equipes do 2º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), durante operação, entraram na comunidade Prainha, no Distrito de Vicente de Carvalho, e seguiram por um manguezal, acessando faixa arenosa da Rua Mato Grosso, onde localizaram, dentro de um bar, o cativeiro onde a vítima, que havia sido sequestrada em Santos, estava escondida.

Em depoimento à Polícia Civil, a jovem relatou que, no cativeiro, os criminosos cobraram dela, sob tortura psicológica, informações sobre o amigo devedor dela, como nome e endereço dele e de familiares. Como ela alegou não saber, acabou tendo a morte decretada.

Após essa definição, ela teve as pernas amarradas e foi colocada ao lado de um galão de combustível, onde aguardaria para ser levada, de barco, para o local da execução, provavelmente na Vila dos Pescadores ou na Vila Esperança, em Cubatão (SP).

Ainda de acordo com ela, foi nesse momento que os criminosos ouviram as equipes policiais se aproximando do cativeiro e fugiram.

A dona do bar onde estava o cativeiro foi detida e encaminhada à Cadeia Pública do município, onde permanece à disposição da Justiça. A suspeita é de que ela tinha a função de vigiar o local e a vítima. Os demais suspeitos ainda não foram localizados.



Fonte: Portal G1
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