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Terça-feira
17 de outubro de 2017
3 de junho de 2017 - 11:17 Número de alunos de escola pública aprovados na USP volta a crescer e bate recorde
Número de alunos de escola pública aprovados na USP volta a crescer e bate recorde

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Em 2017, 36,9% dos calouros da USP fizeram o ensino médio em escola pública. Número, porém, ainda está longe de previsão da universidade, que espera atingir marca de 50% em 2018.

Depois de um ano de queda, a porcentagem de calouros da Universidade de São Paulo (USP) que saíram da rede pública bateu um recorde histórico em 2017: dos 10.994 estudantes matriculados no primeiro ano de cursos de graduação da universidade, 36,9% fizeram o ensino médio em uma escola pública. É a maior proporção já registrada, mas ainda está aquém da meta - a USP pretende chegar a 2018 com 50% de seus calouros oriundos da rede pública, segundo informou, no ano passado, o professor Antonip Carlos Hernandes, pró-reitor de Graduação.

Os dados sobre o vestibular 2017 foram divulgados por Hernandes nesta semana, em reunião do Conselho Universitário.

Cotas raciais
Neste ano, um em cada cinco calouros da USP se autodeclarou preto, pardo ou indígena (PPI), segundo as estatísticas diulgadas pela Pró-Reitoria de Graduação: dos 10.944 calouros, 2.114 são PPI, ou 19,3% do total. O número representa um aumento em relação ao vestibular 2016, quando 17,1% dos novos estudantes de graduação haviam se autodeclarado preto, pardo ou indígena. Já na Fuvest 2014, por exemplo, essa porcentagem era de 14%.

98,8% de preenchimento
Em um comunicado divulgado pela assessoria de imprensa, a USP afirma que, em 2017, 98,8% das vagas oferecidas pela Fuvest e pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram preenchidas. No total, foram oferecidas 8.734 vagas pela Fuvest e 2.338 pelo Sisu. Porém, as vagas que ficaram ociosas após as chamadas do Sisu foram redistribuídas aos candidatos da Fuvest.

A USP não divulgou a porcentagem de vagas que não foram preenchidas no Sisu. No ano passado, 45,3% das vagas oferecidas via Enem ficaram ociosas e foram transferidas para as chamadas da Fuvest. Na época, a instituição afirmou que o calendário e o medo das altas notas de corte afetaram o preenchimento das vagas, e por isso fez adequações ao processo seletivo deste ano.



Fonte: Portal G1
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