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19 de outubro de 2017
3 de março de 2017 - 12:58 Justiça da França apura propina para escolha da Olimpíada do Rio, diz jornal
Justiça da França apura propina para escolha da Olimpíada do Rio, diz jornal

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'Le Monde' publicou que empresário Arthur Soares pagou US$ 1,5 milhão a membro do COI 3 dias antes da escolha da sede. Comitê diz que vai investigar. Rio-2016 diz que eleição foi 'limpa'.

O jornal francês "Le Monde" publicou na edição desta sexta-feira (3) que um empresário brasileiro pagou US$ 1,5 milhão ao filho do ex-presidente da Federação Internacional de Atletismo, três dias antes da votação para escolha da sede da Olimpíada de 2016. Segundo a publicação, a Justiça Francesa investiga se o pagamento foi propina para que o pai votasse no Rio, que venceu a eleição e sediou os Jogos no ano passado.

De acordo com a publicação, o pagamento foi feito por Arthur Cesar Menezes Soares Filho a Papa Diack, filho do senegalês Lamine Diack. Lamine era membro do Comitê Olímpio Internacional (COI).

Ao G1, o diretor de comunicações da Rio-2016 disse que tem "plena certeza" de que a escolha da cidade foi através de uma "eleição limpa".

"Há uma investigação em curso, mas o que se sabe do nosso lado é que a vantagem d 63 a 32 é que a vitória foi por ampla maioria", afirma.

A publicação europeia afirma que o depósito foi feito três dias antes da eleição por meio de empresas com endereços em paraísos fiscais. O "Le Monde" chama o caso de "evidência de corrupção".

A reportagem diz ainda que, segundo a investigação, um dos pagamentos foi feito por Papa Diack a uma offshore ligada ao ex-velocista Frankie Fredericks, da Namíbia. Ele participou da apuração dos votos na eleição.

O COI diz que confia na versão de Fredericks, de que ele está concentrado em explicar sua inocência. O comitê informou ainda que vai investigar o caso.

Papa Diack e Lamine Diack estão afastados do esporte. O filho foi banido do atletismo, enquanto o pai foi preso suspeito de lavagem de dinheiro e corrupção.

O Le Monde entrou em contato com os investigados e somente o filho respondeu. "Boa sorte com a sua reportagem", teria dito ao jornalista.
O G1 entrou em contato com o Grupo Prol, do qual Arthur Cesar faz parte, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.





Fonte: Portal G1
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