OVNI avistado ‘pairando sobre o mar no Alasca é, na verdade, um fenômeno científico bizarro!

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A Fata Morgana é um fenômeno óptico que pode criar ilusões de ótica espetaculares. Seu nome é derivado da versão em italiano para Morgan le Fay, que significa Morgana, a fada. Ela foi uma feiticeira de lendas medievais, governante da mística ilha de Avalon e irmã de Artur, rei britânico que era o líder dos cavaleiros da Távola Redonda.

Hoje sabemos que tais ilusões de ótica são realmente causadas pelas condições atmosféricas, mas ainda às vezes usamos Fata Morgana como sinônimo de miragem. A Fata Morgana mais célebre é a que se produz no Estreito de Messina, entre a Calábria e a Sicília. A origem italiana do nome deve-se a um dos primeiros relatos sobre o fenômeno, proveniente do padre Jesuíta Domenico de Ardina em uma viagem de navio. Ele conta que olhando para o mar de Messina na Sicília, viu uma cidade inteira flutuando no ar, que era incomensurável, esplêndida e ricamente adornada com edifícios magníficos, todos os quais foram encontrados na base de um cristal luminoso.

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O Fenômeno Fata Morgana

No dia 9 de junho de 2021, um vídeo gravado no Parque Reserva Nacional da Bahia Glacier em Gustavos, no Alasca, mostrava um objeto não identificado pairando sobre as águas da Bahia, antes que os aficionados pela ufologia criassem as mais diversas teorias. A equipe do parque tratou de explicar que aquilo se tratava apenas de um fenômeno muito comum e terreno.

Esse fenômeno ótico é conhecido como Fata Morgana, que criou a mencionada visão espetacular sobre a Bahia Glacier, assemelhando-se a um objeto visto sobrevoando as águas no topo do horizonte. O nome do fenômeno é derivado da versão em italiano para Morgan Lefi, que significa Morgana, a fada que foi uma feiticeira de lendas medievais. Ela era governante da mística ilha de Avalon e irmã de Artur, rei britânico que era o líder dos cavaleiros da Távola Redonda. Era dito que Morgana possuía vários poderes mágicos, entre eles, a habilidade de transmutação.

Hoje em dia, sabemos que tais ilusões de ótica são realmente causadas pelas condições atmosféricas, mas ainda às vezes usamos Fata Morgana como sinônimo de miragem. A Fata Morgana mais célebre é a que se produz no Estreito de Messina, entre a Calábria e a Sicília.

A origem italiana do nome deve-se a um dos primeiros relatos sobre o fenômeno, proveniente do padre jesuíta Domenico de Ardina, em uma viagem de navio. Ele conta que, olhando para o mar de Messina, na Sicília, ele viu uma cidade inteira flutuando no ar, que era incomensurável, esplêndida, ricamente adornada com edifícios magníficos, todos os quais foram encontrados na base de um cristal luminoso. E continua descrevendo a metrópole, que repentinamente se transformou em um jardim e, em seguida, numa floresta, e então num piscar de olhos, tudo se transformou no caos, enormes exércitos surgiram, assim como as cidades que destruíram, antes que toda a bagunça desaparecesse. Concluiu ele.

Então, foram jesuítas como o padre Domenico de Ardina que fizeram as primeiras observações cuidadosas da Fata Morgana, sem surtar com elas, ou seja, sem identificar as ocorrências como obras do divino, mas sim aplicando um pouco de ciência ao assunto. Argumentou a historiadora inglesa Marina Warner em seu brilhante livro “Fantasmagoria”.

A Fata Morgana é um fenômeno que ocorre quando o sol aquece a atmosfera acima do oceano, criando um gradiente de temperaturas. Perto da superfície, continua relativamente frio, porque a água está esfriando o ar, mas acima dela, é uma camada de ar mais quente. A luz nem sempre viaja em linha reta e, quando atinge um limite entre duas camadas da atmosfera, com temperaturas diferentes e, portanto, densidades diferentes, ela se curva e viaja através da nova camada num ângulo diferente. Isso é conhecido como refração. A mudança no ângulo de viagem da luz depende da diferença de densidade entre as duas camadas, mas como a luz curvada cria então uma imagem, uma miragem.

O resto do efeito é causado pelo funcionamento do nosso cérebro. Quando a luz atinge seus olhos, seu cérebro presume que ela chegou lá em um caminho direto entre você e o objeto que reflete a luz. Portanto, quando a luz segue em sua direção, seu cérebro pensará que o objeto está onde estaria se o caminho da luz fosse reto, mais alto do que realmente está.

Video do canal: Mundo Desconhecido
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